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Educação Emocional e Deficiência Intelectual: O Guia Completo para Famílias e Profissionais

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Educar com Empatia: Curso Online Gratuito para Pais e Educadores

Educar não é apenas orientar comportamentos. Educar é criar vínculo, comunicar com respeito e compreender emoções — tanto das crianças quanto as nossas. Para apoiar pais, mães e educadores nessa jornada, preparei um mini curso gratuito de educação emocional: Educar com Empatia — 7 aulas práticas desenhadas para transformar a sua forma de educar e construir relações mais respeitosas no dia a dia. Se você busca uma parentalidade consciente, afetiva e equilibrada, este é o seu ponto de partida. Acesse o Curso Gratuito Educar com Empatia Aqui Por Que Desenvolver a Educação Emocional Infantil no Dia a Dia? Vivemos em uma rotina acelerada em que o estresse e a sobrecarga afetam diretamente a convivência familiar e escolar. Quando faltam ferramentas para lidar com os desafios do comportamento infantil e com as nossas próprias emoções, é comum recorrer a gritos, punições e reações impulsivas que geram culpa e afastamento. O curso Educar com Empatia foi desenvolvido para ajudar você a: Comunica...

Educação Emocional na Escola: O Novo Papel do Professor Segundo Libâneo

Referência: LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2001. Em sua obra, José Carlos Libâneo apresenta as profundas exigências impostas à formação docente diante das transformações tecnológicas, científicas, econômicas e culturais da sociedade contemporânea. Sob uma perspectiva emancipadora, o autor nos convida a refletir sobre a função social da escola e do professor, defendendo a valorização da categoria sem ignorar gargalos estruturais como a desvalorização profissional, a falta de políticas públicas consistentes e a tendência de desprofissionalização da carreira. A principal tese de Libâneo é que a escola precisa abandonar o modelo de mera transmissora de informações para se tornar um espaço de análise crítica, produção do conhecimento e atribuição de significados. Contudo, ao analisar a atuação do professor como mediador da aprendizagem ativa, torna-se indispensável expandir essa mediação p...

SEXO "NORMAL"

Do ponto de vista biológico, sexo “normal” é aquele que se manifesta sob a forma de resposta fisiológica saudável. Quando uma pessoa mantém íntegra a capacidade de reagir, responder a um estímulo erótico, com comportamentos encobertos (desejo) e manifestos (excitação, orgasmo) é considerada uma pessoa biologicamente “funcional”. Quando por qualquer motivo essa cadeia de respostas fisiológicas é bloqueada em qualquer um dos seus pontos, dizemos que a pessoa é disfuncional. Portanto, desvio é um conceito sociológico e disfunção é um conceito biológico. Do ponto de vista psicológico, sexo “normal” é aquele considerado dentro da visão particular de cada um. Neste sentido, é a satisfação pessoal de cada pessoa ou a adequação sexual, que importa. A adequação sexual pressupõe um estado de satisfação intra e interpessoal, ou seja, se a pessoa esta satisfeita com o seu comportamento sexual e o comportamento sexual de seu parceiro, ela é uma pessoa sexualmente “normal” ou adequada. Contudo, s...

CRITÉRIOS DA SEXUALIDADE

A sexualidade deve ser vista a partir de três critérios fundamentais: sociocultural, biológico e psicológico. Como definir o que é sexo “normal” ou “anormal”? Temos de fazê-lo à luz desses critérios. O conceito de normalidade varia de acordo com o ponto de vista em que um fato é considerado. Há uma norma social, uma norma biológica e uma norma pessoal ou psicológica. Sendo assim, do ponto de vista sociológico, sexo “normal” é aquele que é praticado pela maioria dos indivíduos de um grupo social. Os padrões culturais definem a normalidade sociológica, e tudo o que foge dessa norma é considerado desvio. Assim, um mesmo comportamento pode ser considerado um desvio em uma determinada cultura e “normal” em outra cultura. Uma vez que os padrões culturais vão se modificando com o tempo, o que hoje é considerado “normal”, amanhã pode ser “anormal”, e vice-versa. O conceito de desvio reflete o pensamento prevalente em um determinado grupo cultural e em um determinado momento de sua existên...

PENSAMENTO EM TRÊS NÍVEIS

O papel do pensamento pode ser estudado em três níveis: a) Crenças centrais (core beliefs): estão no nível mais profundo da estrutura cognitiva. Englobam crenças absolutas, rígidas e globais que você tem de si mesmo (ex: eu sou inútil), de outras pessoas (ex: todos são corruptos), e sobre o mundo (ex: nossa sociedade não merece confiança). Estas crenças se desenvolvem na infância a partir de circunstâncias traumáticas e se consolidam na vida adulta, mesmo diante de experiências que contrariem essas crenças. Também são conhecidas como esquemas cognitivos. b) Crenças intermediárias (intermediate beliefs): originam-se das crenças centrais e ocorrem sob forma de regras ou de suposições. Ex: se as pessoas me conhecessem melhor, veriam que eu sou desagradável. c) Pensamentos automáticos (automatic thoughts): em geral não estão ao nível da consciência. São espontâneos e surgem a partir de acontecimentos comuns. Beck enumera seis tipos de pensamentos automáticos e McKay at al, descrev...

EM QUE VOCÊ ACREDITA?

“O que perturba o ser humano não são os fatos, mas a interpretação que ele faz dos fatos” (Epictetus ) O modo como você percebe e avalia os acontecimentos vão determinar seu comportamento e suas emoções diante das situações. Esta avaliação depende das crenças que você tem e podem ser racionais ou construtivas e irracionais ou destrutivas. As suas crenças surgem de potencialidades que você herda, das experiências que você vive, e das aprendizagens que você faz no ambiente em que vive. Elas são como os “óculos” com os quais você vê o mundo que te rodeia. Se suas crenças são irracionais, significa que existem distorções cognitivas (erros de avaliação) o que te leva a ter comportamentos e emoções inadequadas. O seu comportamento não acontece aleatoriamente, pois ele obedece a certos princípios gerais. Através de técnicas cognitivas é possível transformar as avaliações errôneas em padrões racionais de pensamento. Os pensamentos são capazes de modular e manter as emoções disfuncionais i...