domingo, junho 29, 2014

LIFE AS A HOUSE

Assisti “Life as a House” um filme de drama estadunidense produzido e dirigido por Irwin Winkler que conta a história de George Monroe (Kevin Kline), um arquiteto de meia idade que descobre repentinamente que está com câncer e tem pouco tempo de vida. Então ele decide aproveitar o tempo que lhe resta para se aproximar de Sam (Hayden Christensen), seu filho problemático e rebelde, e fazer as pazes com Robin (Kristin Scott Thomas), sua ex-esposa. George decide por construir uma casa na intenção de deixá-la como herança para Sam. Um belíssimo filme para refletir aspectos afetivos, valores, e prioridades da vida...belíssima paisagem...

HOME RUN

Assisti “Home Run” um filme dirigido por David Boyd que conta a história de um jogador de beisebol Cory, o qual é forçado a participar de um programa de reabilitação em sua cidade natal, Oklahoma, após vários incidentes relacionados com o álcool. Ele é responsável por ferir seu irmão em um acidente de carro relacionado ao álcool. Cory relutante encontra nova esperança quando assume seu passado e decide treinar uma equipe esportiva infantil. Cory começa um relacionamento com seu filho e reconstrói sua relação com sua família. Um filme interessante para refletir sobre o enfrentamento do alcoolismo.

THE EYE OF THE STORM

Que delícia assistir bons filmes! Pipoca e o aconchego de quem amamos...
Assisti "The Eye of the Storm" um filme de drama australiano dirigido por Fred Schepisi, uma adaptação de Patrick White (1973) romance de mesmo nome. Filme ganhador do Prêmio da Crítica de Melhor Filme australiano no 2011 Melbourne International Film Festival. 
A história acontece no subúrbio de Sydney Centennial Park, onde Elizabeth Hunter, uma matriarca que está doente é atendida por duas enfermeiras, uma dona de casa e seus dois filhos adultos (Rush e Davis). Apesar de sua saúde se deteriorando, Elizabeth continua a exercer considerável controle sobre seus assuntos e sobre as pessoas ao seu redor. Um filme que apresenta conflitos familiares, privilégios, segredos, drama e de uma beleza natural...


sexta-feira, junho 27, 2014

O QUE É DISPAREUNIA?



Por Mirian Lopes
Ter acesso à informação sobre aspectos da sexualidade auxilia você a se posicionar frente à sua própria vida sexual. O crescimento sexual é um processo que envolve você por inteiro com suas atitudes, pensamentos, sentimentos e o seu contato corporal. Sentimentos positivos ou negativos sobre si mesmo e em relação às experiências atuais e passadas, tanto no nível emocional quanto no nível sexual, e o quanto você se sente à vontade com seu corpo e com as técnicas e as reações sexuais poderá influenciar o fato de você ter ou não orgasmo e a freqüência em que ele ocorre. Ampliar seu conhecimento é fundamental para que você possa viver sua sexualidade de forma plena e sadia. A Saúde Sexual é a habilidade de mulheres e homens para desfrutar e expressar sua sexualidade, sem riscos de doenças sexualmente transmissíveis, gestações indesejadas, coerção, violência ou discriminação. A Saúde Sexual possibilita experimentar uma vida sexual informada, agradável e segura, baseada na auto-estima, que implica uma abordagem positiva da sexualidade humana e no respeito mútuo nas relações sexuais. A saúde sexual valoriza a vida, as relações pessoais e a expressão da identidade própria da pessoa. (GALVÃO, 2001). De acordo com a 10ª revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde – CID-10 (2011, p. 347) “as disfunções sexuais dizem respeito às diferentes manifestações segundo as quais um indivíduo é incapaz de participar de uma relação sexual, como ele ou ela desejaria”. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM-IV-TR (2002, p. 511) preconiza que “uma disfunção sexual caracteriza-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com a relação sexual”. Você sabe o que é Dispareunia? É uma disfunção sexual caracterizada por dor genital recorrente que surge antes, durante ou depois da relação sexual. No Brasil, Abdo (2004, p.119-148) apresenta no Estudo da Vida Sexual do Brasileiro (EVSB) a prevalência estimada para a dispareunia: 23,9% para mulheres e 7,9% para homens, entre 18 e 25 anos; 16,5% para mulheres e 4,4% para homens, entre 26 e 40 anos; 13,9% para mulheres e 2,5% para homens, entre 41 e 50 anos; 17,1% para mulheres e 1,6% para homens, acima dos 60 anos. Esta disfunção ocorre com maior freqüência na população feminina e é causada por traumas locais, endometriose, atrofia vaginal, escoriações vaginais, gravidez ectópica, inflamações e infecções genitais ou pélvicas. Fatores psicológicos tais como evento sexual traumático, vergonha e culpa em relação ao sexo e experiências negativas podem agravar ou manter o ciclo da dor (ABDO E OLIVEIRA JUNIOR, 2002). De acordo com Gerin (2008) mulheres com dispareunia tem menor freqüência de relação sexual, menores níveis de interesse e desejo sexual e chegam menos ao orgasmo quando estimuladas. A dispareunia provoca sofrimento ou dificuldade nas relações interpessoais, e leva à rejeição do ato sexual diminuindo o desejo sexual. Portanto, é importante que você relate ao seu médico o que sente para que seja possível um melhor diagnóstico. O tratamento tem a finalidade de que você conheça seu corpo e sua forma de lidar com o mundo.
Referências
  1. Galvão L. Saúde Sexual e Reprodutiva, Saúde da Mulher e Saúde Materna: A evolução dos conceitos no mundo e no Brasil. In: Galvão L; Diaz J (Orgs). Saúde Sexual e Reprodutiva no Brasil. São Paulo: Ed. Hucitec/Population Council, 1999. P.165-179.
  2. Organização Mundial da Saúde (OMS). Classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde. Texto revisado (CID-10). Tradução Centro colaborador da OMS para a família classificações internacionais em português. 10ªed. São Paulo: Edusp, 2011.
  3. Associação Psiquiatrica Americana (APA). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Texto revisado (DSM-IV-TR). Tradução Cláudia Dornelles 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
  4. Abdo CHN. Estudo da vida sexual do brasileiro (EVSB). São Paulo: Ninho Moraes, 2004.
  5. Abdo, CHN e Oliveira Junior WM. O ginecologista brasileiro frente às queixas sexuais femininas: um estudo preliminar. Revista Brasileira de Medicina, São Paulo, v. 59, n. 3, p. 179-186, mar. 2002.
  6. Gerin L. A ocorrência de dispareunia entre mulheres: como fica a saúde sexual? 2008, 108f.  Dissertação (Mestrado) Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, Ribeirão Preto, 2008.

domingo, junho 01, 2014

AS FASES DO ESTRESSE: UM ALERTA.

Por Mirian Lopes
O estresse está ligado ao processo de adaptação das pessoas ao seu meio para torná-lo mais adequado à sobrevivência. Neste processo pela adaptação as pessoas podem ser tornar “estressadas” ou talvez “perdidas”.
Este desequilíbrio está presente em todas as faixas etárias combinado com outros fatores físicos e psicológicos. Fatores tais como, ansiedade, expectativas, competição, insegurança, procura pelo poder e a incapacidade para suportar a frustração podem estar intimamente relacionados com a situação de estresse.  Leiam este artigo na íntegra em: 

ANALÍTICS