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Mostrando postagens de julho, 2015

GRUPO DE ORIENTAÇÃO VOCACIONAL

GRATIDÃO

"Quem sente a verdadeira gratidão afirma: "você me presenteia sem pensar em retribuição e eu aceito o seu presente com amor." O alvo dessa gratidão, por sua vez, afirma: "seu amor e sua valorização do meu presente valem mais para mim do que qualquer outra coisa que você pudesse me dar". Pela gratidão, afirmamos não apenas o que damos uns aos outros, mas o que somos uns para os outros". (Hellinger, B. A simetria oculta do amor, p. 35)

O DAR E O RECEBER

"Um volume pequeno de doações e recebimentos traz pouco proveito; um volume grande nos torna ricos. O dar e receber em larga escala traz consigo um sentimento de abundância e felicidade. Semelhantemente alegria não cai do céu, mas é resultado da vontade de incrementar o amor pelo dar e receber nos relacionamentos íntimos. Graças a esse intercâmbio em larga escala, sentimo-nos leves e livres, justos e contentes. Entre todas as formas de alcançar inocência nas trocas, esta é de longe a mais satisfatória". (Hellinger, B. A simetria oculta do amor, p. 34)

PAIS E FILHOS

"Filhos que não aceitam os pais estão constantemente procurando compensar este deficit. Frequentemente, a busca de autocompreensão e iluminação não passa da busca de um pai ou uma mãe que ainda não foi aceito. A procura de Deus às vezes cessa ou toma rumo diferente depois de se aceitar um pai ou mãe. Muitas pessoas têm descoberto que "sua crise da meia-idade" resolveu-se logo que conseguiram tomar um dos pais até aí rejeitado." (Hellinger, B. A simetria do amor, p. 112)

PAIS E FILHOS

"Os filhos adquirem segurança interior e sentido de identidade quando aceitam e reconhecem ambos os pais como são. Sentem-se incompletos e vazios quando excluem um deles, ou ambos, de seus corações. A consequência da exclusão ou desprezo de qualquer um dos pais é a mesma: os filhos se tornam passivos e se sentem inúteis. Eis uma causa bastante comum da depressão. Mesmo que tenham sido magoados pelos pais, os filhos ainda podem dizer: "sim, vocês são meus pais. Tudo o que está em vocês está também em mim. Reconheço-os como pais e aceito as consequências disso. Fico com a parte boa que me deram e deixo lhes a tarefa de enfrentar o destino de vocês como bem entenderem". Então estão livres para encetar a obra tantas vezes difícil de tirar o melhor de uma situação ruim." (Hellinger, B. A simetria oculta do amor, p. 104)

O PODER FEMININO

"Os homens julgam estar dirigindo a revolução dos costumes em curso. Na realidade, eles a estão sofrendo. Seu orgulho esta a ponto de pregar-lhes uma peça grave. Inocentemente acredita ele ser o instigador de um fenômeno do qual é a primeira vitima. Inocentemente se sente sujeito pensante e agente, mas não passa de um objeto passivo, a massa frágil e tenra, o mármore dócil ou rebelde, que está sendo modelado. O artista que trabalha, evidentemente, é a mulher. Os menos inocentes – e, para isso, não são os mais lúcidos – veem bem que o homem contemporâneo não é mais livre que seu pai ou seu avô. (...) Faz-se menos amor na medida em que se fala mais. O homem moderno é um sexo pensante. Essa atitude inortodoxa seria suficiente para indicar que vivemos numa época de revisão. O antigo combate entre homem e a mulher está-se transformando. As regras do jogo estão sendo reconsideradas." (O PODER FEMININO, Cap. 2, p. 31 – LIVRO: A RENOVAÇÃO DO AMOR, JACQUES MOUSSEAU) 

APEGOS

Desenho: APEGOS, de  Mirian Lopes "Luminosa é a consciência, radiante é a sua natureza, mas ela se torna obscurecida pelos apegos que a visitam" Anguttara Nikaya

SEXUALIDADE DO CASAL IDOSO – ATITUDES E COMPORTAMENTOS QUE PRECISAM DE EDUCAÇÃO SEXUAL - MITOS SOBRE IDADE E SEXUALIDADE

O que mais se fala em nossa cultura sobre a sexualidade em idosos são circunstâncias mitificadas. Vejamos dois mitos contraditórios comuns de se ouvir: Mito 1-   Ao envelhecer, não há qualquer mudança no interesse sexual do homem, nem na resposta ou desempenho sexual. Mito 2 -   Envelhecendo você perde o interesse no sexo e não conseguirá mais fazer sexo.  Esta compreensão sem fundamentação cientifica precisa ser substituída, mas somente o será trazendo esta discussão com quem ainda não atingiu uma idade mais avançada.   O aumento da expectativa de vida no séc. XX mostrou que o número das pessoas com mais de 65 anos tem crescido muito. No ano 2000 tínhamos no Brasil 9.926.472 pessoas com mais de 65 anos. A tendência de aumentar a percentagem já é percebida, fazendo com que as próximas décadas produzam mais habitantes com vida mais prolongada sobrevivendo! Mesmo com o crescimento da população mais idosa, pouca atenção tem sido dedicada ao tratamento de disf...

COMO É O HOMEM COM DISFUNÇÃO ERÉTIL QUE PROCURA PSICOTERAPIA SEXUAL?

Devido a meu trabalho em consultório com queixas sexuais, sempre recebo perguntas a respeito dos pacientes e dos problemas sexuais que apresentam.  Para responder a perguntas assim, junto a meu grupo de pesquisas, o GEPIPS, estudamos os homens que vieram ao consultório com queixas de não obter ou manter ereções penianas que permitissem um relacionamento sexual com penetração. Sim, é exatamente o problema que sempre se chamou de impotência sexual!   Estudamos as respostas de um questionário que usamos para compreender a história sexual destes homens. Este questionário permite conhecer e comparar um paciente aos outros homens .  Homens com queixa de disfunção erétil que buscam tratamento psicoterápico especializado em sexualidade consideram-se terem sido sempre curiosos com relação a sexo (65,9%) ou desenvolveram esta curiosidade após aparecimento do problema sexual (20,5%). As primeiras informações sobre sexualidade foram recebidas aos 11 anos (entre 4 e 16 anos) de idad...

UM SENTIDO PARA A VIDA

“O ser humano já não conta com tradições que lhe diziam o que fazer; assim muitas vezes parece já não saber o que quer, e acaba por fazer aquilo que outros querem, exigem e o resultado é o conformismo, a massificação da sociedade atual. A frustração existencial parece ser um dos componentes responsáveis por esses fenômenos mundiais” (FRANKL, 1989, p. 12). FRANKL, V.E. (1989). Um sentido para a vida: psicoterapia e humanismo. São Paulo: Editora Santuário

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