quarta-feira, julho 07, 2010

PSICOMOTRICIDADE: PRINCIPAIS CONCEITOS

INTRODUÇÃO

O cérebro é considerado o órgão que integra a motricidade, que elabora e reintegra os seus efeitos. Nascemos com uma relação inconclusa entre o corpo e o cérebro que não tem vias de comunicação, nem de interação. Portanto é o desenvolvimento da motricidade que vai proporcionar essa comunicação estreita entre o centro e a periferia. A função da motricidade é o meio através do qual a inteligência se edifica e organiza-se e é o meio através do qual essa inteligência se manifesta.

A integração sucessiva da motricidade implica a constante e permanente maturação orgânica. Ela é a interação de diversas funções motoras (perceptivomotora, neuromotora, psicomotora, neuropsicomotora, etc). A atividade motora é de suma importância no desenvolvimento global da criança. É através da exploração motriz, que a criança desenvolve a consciência de si mesma e do mundo exterior. Essa motricidade humanizada é aquilo que designamos por psicomotricidade.


1. HISTÓRICO E DEFINIÇÃO


No século XIX, o corpo começa a ser estudado por neurologistas, por necessidade de compreensão das estruturas cerebrais e depois, por psiquiatras para clarificação de fatores patológicos.

Em 1909, Dupré introduz o termo psicomotricidde, quando inicia os primeiros estudos sobre a debilidade motora nos débeis mentais.

Em 1925, Henri Wallon, ao publicar L’ Énfant Turbulent e, em 1934, Lês Origines du Caracter Chez l’Enfant, inicia uma das obras mais relevantes no campo do desenvolvimento psicológico da criança. Ele é o grande pioneiro da psicomotricidade, vista como campo científico e o principal responsável pelo nascimento do movimento de reeducação psicomotora.

Para Wallon, o papel da função tônica e da emoção nos progressos da atividade de relação são encarados como processos básicos da intervenção psicomotora. O movimento é a única expressão e o primeiro instrumento do psiquismo. Em 1929, ele advoga, que o desenvolvimento psicológico da criança é o resultado da oposição e substituição de atividades que precedem umas às outras.

Wallon esforçou-se por demonstrar a ação recíproca entre funções mentais e funções motoras, tentando argumentar que a vida mental não resulta de relações unívocas ou de determinismos mecanicistas. Através do esquema corporal, ele introduz dados neurológicos nas suas concepções psicológicas, motivo esse que o distingue de outro grande vulto da psicologia, Piaget, que também influenciou a prática da psicomotricidade. O esquema corporal é uma construção, elemento de base para o desenvolvimento da personalidade da criança.

Ajuriaguerra publica trabalhos sobre o tônus e desenvolve métodos de relaxamento, além de se tornar um notável psiquiatra infantil, consolida os princípios e as bases da psicomotricidade.

Guilmain (1981) considera que os estudos da motricidade empreendidos no começo do século XX se orientam em quatro direções, complementares:

Elaboração da síndrome de debilidade motriz e busca das relações entre a debilidade motriz e a debilidade intelectual.

Estudo da evolução das funções motrizes na criança e busca de testes de níveis de desenvolvimento da habilidade manual e das aptidões motrizes em função da idade.

Estudo da lateralidade dominante, dos transtornos psicomotores e da busca de suas correlações com as dificuldades de aprendizagem das técnicas escolares de base (leitura, escrita, cálculo, etc) em crianças com inteligência lógica normal.

Elaboração de testes motores que permitem a determinação das características afetivas motrizes na criança e o estudo das relações existentes entre o comportamento motor de um sujeito e as características fundamentais de seu caráter.

A psicomotricidade é hoje concebida como a integração superior da motricidade (relação inteligível entre a criança e o meio) instrumento através do qual a consciência se forma e materializa-se.

2. ELEMENTOS BÁSICOS DA MOTRICIDADE

No Manual de Avaliação Motora, de Francisco Rosa Neto, são abordados os seguintes elementos básicos da motricidade que serão apresentados sinteticamente a seguir: motricidade fina, motricidade global, equilíbrio, esquema corporal, organização espacial, organização temporal e lateralidade.

Motricidade Fina

A coordenação visuomanual representa a atividade mais freqüente e mais comum no homem, a qual atua para pegar um objeto e lançá-lo, para escrever, desenhar, etc. Esta atividade inclui uma fase de transporte da mão, seguida de uma fase de agarre e manipulação, resultando em um conjunto com seus três componentes: objeto/olho/mão. Para a coordenação desses atos, é necessária a participação de diferentes centros nervosos motores e sensoriais, que se traduzem pela organização de programas motores e pela intervenção de diversas sensações oriundas dos receptores sensoriais, articulares e cutâneos do membro requerido.

A fixação visual necessita da visão periférica; em seguida, das sacudidas oculares que restabelecem o olho em uma visão central que os movimentos de perseguição tendem a manter quando o alvo se movimenta. O êxito dessa atividade em cada uma de suas etapas varia na criança conforme o nível de aprendizado e conforme a evolução de seu desenvolvimento motor.

O ato de agarrar um objeto representa uma das atividades humanas mais complexas. Este contato com o objeto encerra o processo de agarrar, dando informações particulares sobre a força que é necessária desenvolver para levantá-lo. O córtex pré-central correspondente à motricidade fina tem um papel fundamental no controle dos movimentos isolados das mãos e dos dedos para pegar um objeto, e a fineza extrema dos controles táteis e motores são ressaltados pela importância das áreas cortiço-sensomotoras da das mãos e dos dedos. Assim, é possível o reconhecimento das formas de um objeto sem a intervenção da visão, pois as informações cutâneas e articulares associadas à motricidade digital proporcionam a reconstituição das formas do objeto.

A coordenação visuomotora é um processo de ação em que existe coincidência entre o ato motor e uma estimulação visual percebida. Ela se elabora de modo progressivo com a evolução motriz da criança e do aprendizado. Visão e feedback perceptivo-motor estão estruturados e coordenados visando produzir um comportamento motor adaptado em qualquer situação.

Motricidade Global

A conduta da criança esta representada pela sua atividade motora. Sua capacidade em se deslocar, gesticular, suas atitudes e seu ritmo nos permite, ás vezes, conhecê-la e compreendê-la melhor. As crianças correm rapidamente, imitam os animais, e através disto ocorre o relaxamento corporal, o bem-estar da liberação física. Cada criança tem seu ritmo próprio e sua originalidade, portanto, isto deve ser respeitado, pois a maturação dos centros nervosos em cada uma delas não é idêntica. A perfeição progressiva do ato motor implica um funcionamento global dos mecanismos reguladores do equilíbrio e da atitude.

Através da brincadeira espontânea a criança descobre os ajustes diversos, complexos e progressivos da atividade motriz, resultando em um conjunto de movimentos coordenados em função de um fim a ser alcançado, e isto, desenvolve um certo controle da motricidade espontânea. O movimento motor global é um movimento sinestésico, tátil, labiríntico, visual, espacial, temporal e assim por diante. Os movimentos dinâmicos corporais desempenham um importante papel na melhora dos comandos nervosos e o afinamento das sensações e das percepções. O que é educativo na atividade motora é o controle de si mesmo – obtido pela qualidade do movimento executado, da precisão e da maestria de sua execução.

Equilíbrio

O equilíbrio é a base primordial de toda a ação diferenciada dos segmentos corporais. Existem relações estreitas entre as alterações ou as insuficiências do equilíbrio estático e dinâmico e os latentes estados de ansiedade ou insegurança. A complexidade motora da atitude humana é resultado de uma experiência pessoal.

A criança pequena, antes de alcançar o equilíbrio, adota apenas posturas, ou seja, seu corpo reage de maneira reflexa aos múltiplos estímulos do meio. A postura é a atividade reflexa do corpo com relação ao espaço, e está estruturada sobre o tono muscular (os músculos esqueléticos sadios, os quais constituem a base da postura).

O equilíbrio é o estado de um corpo quando forças distintas que atuam sobre ele se compensam e anulam-se mutuamente. Do ponto de vista biológico, a possibilidade de manter posturas, posições e atitudes indica a existência de equilíbrio.

As grandes transformações esqueléticas que se observam no homem têm uma relação de dependência com a postura vertical permanente e com a marcha bípede, características únicas entre todos os mamíferos. A marcha constitui uma queda controlada, combinando funções cerebelares e cerebrais que integram aspectos do equilíbrio, do controle do próprio corpo e da coordenação motora.

A posição vertical e o alinhamento da cabeça são os responsáveis pela evolução cortical dos seres vivos. A posição horizontal da visão fornece ao cérebro uma colocação perfeita para a centralização e integração de todas as informações que originam o comportamento humano.

Para Rigal (1988) a atividade reflexa do organismo é a base do controle postural. O tono de manutenção se sobrepõe ao tono muscular de base e rege as reações do equilíbrio mediante as quais o sistema neuromuscular assegura a fixação do centro de gravidade do corpo no interior do quadrilátero de sustentação. O deslocamento rompe o equilíbrio estático e necessita, em particular, de um ajuste do tono muscular de sustentação da perna de apoio para compensar o aumento passageiro da massa a suportar.

O tono postural de manutenção é o resultado de um conjunto de reações de equilíbrio e de manutenção de atitude e fornece referência e suporte para a execução das ações motrizes. As suas variações controladas pelo sistema neuromuscular estabilizam o centro de gravidade no interior do quadrilátero de sustentação. A posição em pé supõe que o sistema motor do organismo humano assegura a manutenção do equilíbrio estático ou dinâmico e luta, contra as forças da gravidade. O equilíbrio tônico-postural do sujeito, e outros itens são o reflexo de seu comportamento e, ao mesmo tempo, de suas dificuldades e de seus bloqueios.

Durante o movimento, o tono postural deve se ajustar a fim de compensar o deslocamento do peso do corpo de uma perna a outra e assegurar ao mesmo tempo o equilíbrio de todo o corpo. O que caracteriza o equilíbrio tônico-postural é o mecanismo complexo dos reflexos de equilibrio derivado de um conjunto de informações proprioceptivas. No plano de organização neurológica ele constitui o modelo de auto-regulação do comportamento.

Asher (1975) considera que as variações da postura estão associadas a períodos de crescimento surgindo como uma resposta aos problemas de equilíbrio que costumam ocorrer segundo as mudanças nas proporções corporais e nos seus segmentos. A postura ideal é aquela em que a atividade muscular tem de ser mínima para manter o corpo em estado de equilíbrio.

Esquema Corporal

A imagem do corpo representa uma forma de equilíbrio que, como núcleo central da personalidade, se organiza em um contexto de relações mútuas do organismo e do meio. Em 1911, Henry Head, lançou o conceito de esquema corporal que representava uma verdadeira referência, pois permitia construir um modelo postural de nós mesmos. Outros autores atribuem ao esquema corporal um papel essencial na manutenção da regulação postural.

Independente das informações cutâneas e profundas, há um modelo postural, um esquema, uma imagem do nosso corpo, os quais desempenham um papel importante na consciência que cada um tem de si mesmo. O modelo postural não é um dado estático, mas sustenta ativamente todos os gestos que nosso corpo realiza sobre si mesmo e sobre os objetos exteriores.

Os primeiros contatos corporais que a criança percebe, manipula e com os quais joga são de seu próprio corpo: satisfação e dor, choro e alegria, mobilizações e deslocamentos, sensações visuais e auditivas e esse corpo é o meio da ação, do conhecimento e da relação. O esquema corporal é a organização das sensações relativas a seu próprio corpo em associação com os dados do mundo exterior.

A atividade tônica refere-se às atitudes e às posturas, e a atividade cinética está orientada para o mundo exterior. Essas duas orientações da atividade motriz (tônica e cinética), correspondem aos aspectos fundamentais da função muscular, a qual deve assegurar a relação com o mundo exterior graças aos deslocamentos e aos movimentos do corpo (mobilidade) e assegurar a conservação do equilíbrio corporal, a infra-estrutura de toda a ação diferenciada (tono).

A função tônica se apresenta em um plano fisiológico sob dois aspectos: o tono de repouso, que é o estado de tensão permanente do músculo que se conserva inclusive durante o sono; o tono de atitude, que é ordenado e harmonizado pelo jogo complexo dos reflexos da atitude, sendo eles resultado das sensações proprioceptivas e da soma dos estímulos provenientes do mundo exterior.

Para Wallon (1963), a função tônica depende constantemente das influências superiores e pode ser modificada pela via central (psíquica). O tono muscular é o suporte de sustentação para as emoções, e através da atividade tônica, a criança estabelece uma relação com o mundo exterior. O estado tônico é um modo de relação, logo, tono e psiquismo estão relacionados e representam os dois aspectos de uma mesma função, ou seja, relação pessoal, familiar e social.

Para Vayer (1979), a imagem corporal é o resultado complexo de toda a atividade cinética, sendo a imagem do corpo a síntese de todas as mensagens, de todos os estímulos e de todas as ações que permitam à criança se diferenciar do mundo exterior e de fazer do “eu” o sujeito de sua própria existência.

No plano educativo o esquema corporal pode ser definido com a chave de toda a organização da personalidade e sua elaboração segue as leis da maturidade céfalo-caudal e próximo-distal.

Organização Espacial

A noção de espaço é ao mesmo tempo, concreta e abstrata, pois envolve o espaço do corpo (acessível) e o espaço exterior. O espaço físico absoluto existe independentemente de seu contexto e de nós, enquanto o espaço psicológico associado à nossa atividade mental, revela-se, de modo direto, em nossa consciência. A nossa atividade perceptiva baseada na experiência do aprendizado é que significa as informações captadas sensorialmente, sobre as relações entre os objetos que ocupam o espaço.

A organização espacial depende da estrutura (anatômica, biomecânica, fisiológica, etc.) de nosso próprio corpo, da natureza do meio que nos cerca e de suas características. Todas as modalidades sensoriais participam em certa medida na percepção espacial, e a orientação espacial designa nossa habilidade para avaliar com precisão a relação física entre nosso corpo e o ambiente, e para efetuar as modificações no curso de nossos deslocamentos.

A nossa organização espacial provém da interação e da integração das informações internas e externas por nós recebidas. As características das nossas atividades nos permitem utilizar duas dimensões do espaço plano e a terceira dimensão (distância ou profundidade). Os índices táteis associados aos índices sinestésicos resultam da exploração de um objeto que permite o reconhecimento das formas (esterognosia) em ausência da visão (sentido háptico).

A evolução da noção espacial destaca a existência de duas etapas: uma ligada à percepção imediata do ambiente, caracterizada pelo espaço perceptivo ou sensório-motor; outra baseada nas operações mentais que saem do espaço representativo e intelectual. A partir das reações topológicas, a criança elabora paulatinamente as reações projetivas e euclidianas. Assim, se estabelece de forma progressiva com a evolução mental da criança a aquisição e a conservação das noções de distancia, superfície, volume, perspectivas e coordenadas que determinam suas possibilidades de orientação e de estruturação do espaço em que vive.

Organização Temporal

O tempo é, antes de tudo, memória. A ordem e a duração que o ritmo reúne são os grandes componentes da organização temporal. A ordem define a sucessão que existe entre os acontecimentos que se produzem (ordem física irreversível) e a duração permite a variação do intervalo que separa dois pontos (o principio e o fim) de um acontecimento. A ordem numa distribuição cronológica das mudanças ou dos acontecimentos sucessivos representa o aspecto qualitativo do tempo e a duração seu aspecto quantitativo.

A noção de duração resulta de uma elaboração ativa do ser humano de informações sensoriais. O conteúdo físico da duração proporciona a base de nosso conhecimento do tempo e de sua organização. A organização temporal inclui uma dimensão lógica, uma dimensão convencional (sistema cultural de referências) e um aspecto de vivência que surge antes dos outros dois (percepção e memória da sucessão e duração dos acontecimentos).

A consciência do tempo se estrutura sobre as mudanças percebidas, e sua retenção esta vinculada à memória e a codificação da informação contida nos acontecimentos. No tempo psicológico organizamos a ordem dos acontecimentos e estimamos sua duração, construindo o nosso próprio tempo. A percepção da duração começa pela discriminação do instantâneo e do duradouro que se estabelece a partir de 10 a 50m para a audição e 100 a 120m para visão (Rigal, 1988).

Lateralidade

A lateralidade é a preferência da utilização de uma das partes simétricas do corpo. Ela está em função de um predomínio que outorga a um dos dois hemisférios a iniciativa da organização do ato motor, o qual desembocará na aprendizagem e na consolidação das praxias. A lateralização cortical é a especialidade de um dos dois hemisférios quanto ao tratamento da informação sensorial ou quanto ao controle de certas funções. Essa atitude funcional que é suporte da intencionalidade se desenvolve de forma fundamental no momento da atividade de investigação, ao longo da qual a criança vai deparar-se com seu meio. A ação educativa fundamental para colocar a criança nas melhores condições para aceder a uma lateralidade definida é a que lhe permita organizar suas atividades motoras.

3. DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM

Pré-Linguagem

Assim, se estabelece de forma progressiva com a evolução mental da criança a aquisição e a conservação das noções de distancia, superfície, volume, perspectivas e coordenadas que determinam suas possibilidades de orientação e de estruturação do espaço em que vive.

A Pequena Linguagem

Assim, se estabelece de forma progressiva com a evolução mental da criança a aquisição e a conservação das noções de distancia, superfície, volume, perspectivas e coordenadas que determinam suas possibilidades de orientação e de estruturação do espaço em que vive.

A Linguagem

  Assim, se estabelece de forma progressiva com a evolução mental da criança a aquisição e a conservação das noções de distancia, superfície, volume, perspectivas e coordenadas que determinam suas possibilidades de orientação e de estruturação do espaço em que vive.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que o desenvolvimento da motricidade está vinculado ao movimento e a maturação biológica. Esta maturação, por sua vez, ocorrerá através do diálogo tônico, da segurança gravitacional e do conforto tátil, manifesto no corpo através da relação entre a criança e sua mãe ou seu cuidador, permitindo a estruturação da motricidade e a aprendizagem. A aprendizagem, por sua vez, envolve a necessidade de uma grande integração sensorial, elevada ao nível do sistema nervoso central onde é organizada, armazenada e elaborada, para originar as respostas e as reações motoras.

O cérebro e a motricidade estão em constante interação desde o nascimento até a morte, dialogando com o corpo, organizando esse corpo. A motricidade que está a serviço de uma função psicológica organizada através da experiência prolongada, tem sua origem social.

Portanto, é de grande importância a aquisição e compreensão dos conceitos da psicomotricidade, para que o psicólogo utilize estes conhecimentos, como um meio privilegiado de prevenção e intervenção nas dificuldades de aprendizagem, permitindo que a criança possa conhecer-se melhor e conhecer melhor aquilo que está à sua volta.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ROSA NETO, F. – Desenvolvimento Motor. In.: Manual de Avaliação Motora. São Paulo:

ANALÍTICS