Pular para o conteúdo principal

EDUCAÇÃO SEXUAL DAS CRIANÇAS.

As crianças vão crescendo e logo percebem que há meninos e meninas. Logo começam a estudar seu próprio corpo, comparam-se com os outros e reconhecem dois tipos anatômicos diferentes, nelas, nos pais e irmãos. Em certa altura começam a usar mais a flexão de gênero, masculino e feminino, percebendo assim as diferenças entre as coisas e as pessoas. As crianças fazem categorizações que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, formas, cores ou tamanhos, e a diferenciação de gênero é uma destas primeiras categorizações.

É preciso ter cuidado com os estereótipos pois podem respresentar um problema na educação sexual das crianças. Os estereótipos sexuais são formados dentro de um contexto cultural que estabelece padrões do masculino e do feminino através da educação no meio familiar. Estes são um conjunto de idéias preconcebidas para explicar como homens e mulheres devem se comportar e que papéis devem desempenhar socialmente, como sendo próprias dos seres masculinos e femininos e influencia a formação de valores, crenças e habilidades.

Assim é relevante que os pais se conscientizem de quão importante é a responsabilidade e influência no processo educativo das crianças, pois é também a educação que transmitirá a elas a formação da identidade de gênero.

Dra. Mirian Valente – CRPSP 99520
 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DINÂMICA DE GRUPO - CONCEITOS DA TEORIA DE WILL SCHUTZ

CONCEITOS DA TEORIA DE WILL SCHUTZ CONTEXTUALIZADOS A PARTIR DA ANÁLISE DO FILME “DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA” APRESENTAÇÃO Este trabalho apresenta os principais conceitos da teoria desenvolvida por Will C. Schutz, contextualizados a partir da análise do filme “Doze Homens e Uma Sentença”. INTRODUÇÃO 1.TEORIA DAS NECESSIDADES INTERPESSOAIS Kurt Lewin foi um grande estudioso das dinâmicas de grupos e foi responsável por introduzir o termo “Dinâmica de grupo” no vocabulário da psicologia contemporânea, fornecendo suas hipóteses de trabalho mais válidas e instrumentos de pesquisa e técnicas de aprendizagem mais eficientes. Em uma de suas experiências conclui, que a produtividade de um grupo e sua eficiência estão estreitamente relacionadas, não somente com a competência de seus membros, mas, sobretudo, com a solidariedade de suas relações interpessoais. Will C. Schutz também foi um estudioso das dinâmicas de grupos e com suas pesquisas sistemáticas fez novas experiências sobre este ...

ÉTICA PROFISSIONAL

Por  Mirian Lopes Refletir nossas ações é fundamental para um melhor convívio social. Por vezes não nos percebemos nos contextos, e sequer percebemos o que gira em nosso entorno. Estamos habituados ao automatismo  das funcionalidades, algo desta chamada "Era da Informação", que nos conduz para comportamentos e práticas cotidianas irrefletidas e resultantes em perda de energia e valorização humana. Pensando aquilo que vemos e sentimos, lembrei-me do código de ética da profissão que  abraçei e que embora esteja direcionado para uma classe específica de profissionais, não se torna inviável compartilhar aqui, três de seus princípios fundamentais, que ao me ver deveríam ser extendidos para outras classes profissionais, no que se refere aos  valores éticos primordiais  para nosso convívio social e para melhor qualidade de vida, quais sejam: o respeito, a dignidade, a integridade, a responsabilidade social,  entre outros.  O comprome...

PRINCÍPIOS DO ATENDIMENTO PRESENCIAL

No atendimento presencial, que é uma situação comunicacional de grande impacto junto ao usuário, os 20 primeiros segundos do atendimento são fundamentais para que uma imagem positiva da organização seja construída e mantida. Nesses 20 primeiros segundos, o atendente deve sempre demonstrar simpatia, competência e profissionalismo. Deve, sobretudo, cuidar: • da expressão do rosto; • da voz; • dos gestos; • do vocabulário; • da aparência (postura física, vestuário, penteado). Vejamos alguns princípios fundamentais para imprimir qualidade ao atendimento presencial: 1. Princípio da competência O usuário espera que cada pessoa que o atenda detenha informações detalhadas sobre o funcionamento da organização e do setor que ele procurou. 2. Princípio da legitimidade O usuário deve ser atendido com ética, respeito, imparcialidade, sem discriminações, com justiça e colaboração. 3. Princípio da disponibilidade O atendente representa, para o usuário, a imagem da organização. Assim, dev...